TANGOCercano














04/07/2004 00:04
é só pra avisar do meu novo endereço:tangocercano.zip.net


estarei por lá agora, se tudo der certo...
enviada por Sofie



03/07/2004 22:03
minha capacidade de continuar o resto do dia tinha acabado e eu nem percebi. só tinha vontade de fechar os olhos e imaginar aquela nuvem cinzenta que me perseguia há dois dias. adoro interurbanos e a vida me dá poucos. precisei dormir pra voltar a sonhar com tudo aquilo. e pior: acordar pra ter a certeza de que não era verdade. e a tal Maria Rita me sussurrando no ouvido umas musiquinhas pra lá de boas. [parece que até vou ganhar o cd dela...].
sei é que torta de pêssego é uma delícia. ainda mais em boa companhia. e digo mais: julho não devia ser mês de férias de jeito nenhum. coisa chata férias no meio do ano. um outubro de muito outono seria perfeito. vou fazer uma reza para mim, com licença.
enviada por Sofie



27/06/2004 13:05
é melhor pensar nesse momento.


silêncio.
enviada por Sofie



20/06/2004 11:03
domingo de músicas de são joão ali fora. devia ter uma quadrilha como em 1990. foi tão bom... interditaram a minha rua, nenhum carro passava, apenas a quadrilha podia dançar. tantas barraquinhas lindas. embora eu não goste muito das tais comidas típicas, aquelas casinhas de palha me deixam encantadas. pelo menos um milho verde eu como. quem sabe arrisque uma tapioca tamém. e quer saber... iria bater pezinho aos poucos com aquele som gostoso junino. mas acabou. não há mais quadrilhas na minha rua. nem barraquinhas. nem interditam mais nada. pena...
enviada por Sofie



06/06/2004 13:26
Y se apagó todo. Me puso la mano a mi lado. Helada. Nada sentía hasta ahora. Me puso despierta. Rota. Se apagó todo otra vez.
enviada por Sofie



03/04/2004 23:17
e era tarde quando aconteceu. meus pés tremiam dentro da sandalinha baixa que meu pai me deu. "cadê a fé", ele perguntava. eu mal olhava seu rosto, só queria chegar. "cadê a fé", lá vem ele de novo... a noite era fria e meus cabelos estavam crespos, mais que nunca. um grunido, um miado, nem sei. apenas senti um sufoco correndo atrás de mim. se levantasse os olhos viria o quarto minguante de uma lua sonsa e severa. deixei pra lá, era melhor ter fé agora. [ saibam, eu tenho ] mas ele tropeçou numa pedra e eu não pude me acabar de rir (embora tudo continuasse escuro). "ei, tenha fé", disse eu. ele sorriu e disse. "mais que você, sempre." dormi mais aliviada, apesar da lua minguante.
enviada por Sofie



21/03/2004 16:27
E quando ela se aproximou, tudo ficou mais nítido. Mesmo aquela esperança verde que pousara no ombro e que ela quase treme de medo, mesmo ela foi motivo de sorriso naquele momento. O sublime, afinal. Ali ela percebeu que nada mais era tão importante como aquele ser que se aproximava...

enviada por Sofie



16/03/2004 08:46
alecrim, alecrim dourado que nasceu no campo sem ser semeado... foi meu amor que me disse assim, que a flor do campo é o alecrim. foi meu amor que me disse assim, que a flor do campo é o alecrim. Alecrim, alecrim dourado que nasceu no campo sem ser semeado...
enviada por Sofie



12/03/2004 16:43
Eu nem queria escrever...
Nem sou eu quem escreve...
Quem é, então?
Tã tã tã tã!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Ass.: Li (que Li?)

Estou percebendo que o blog foi fazer um parto cesário. Como vocês sabem, um parto desse tipo demora dias para se recompor. Pois sim, ele está se recompondo, mas não tenho certeza de que ele vá voltar.
Como a Mond disse: "há coisas que são perceptíveis mesmo quando não transparecem..."
enviada por Sofie



29/02/2004 14:39
pra quem não percebeu: acabou.
enviada por Sofie



19/02/2004 10:29
Sabe aquele choro acumulado? Pois é. As mães choram ao dar a luz, mas devolvem cada lágrima.
enviada por Sofie



16/02/2004 23:47
Te espero sentada en la esquina de siempre,
y más arreglada que si fuera un viernes.
Sin ninguna cita hecha previamente,
pero con la plena intuición de verte
Mis ojos no paran de mirar y mirar
el oscuro pedernal de las ideas,
buscando más huecos dentro de este hueco,
buscando una luz en medio de este cielo.
Mi cielo, mi cielo, pobre de mi cielo...

Mis manos las guardo porque tengo frío,
y se sienten raras dentro del bolsillo.
Ha pasado ya más de una hora y media.
No has aparecido, me falló mi instinto.
Pero es que mi instinto no sabe de amores,
pero es que mi instinto no sabe que...
vivir la vida sin ti es algo como morir,
es caminar sin mirar, es como cantar sin oír,
es hablar sin respirar, es comer sin digerir,
porque yo descubrí que eres la forma perfecta,
la medida exacta y justa para mí.
Y es así...

(Letra de Shakira Mebarak)
enviada por Sofie



14/02/2004 23:56
E tudo cheirava a sexo naquele dia.

enviada por Sofie



13/02/2004 14:04
Tomara que chova mais e mais. Cada vez mais. Ora mais. Humpf!
enviada por Sofie



10/02/2004 13:58
* Os absorventes agora são 8, antes eram 10. Meu fluxo não diminuiu para a indústria tomar uma decisão desta.
* Quero 3 dias de isolamento. No calls, no classes.
* Ciso. Ai, como dói. Dor = tormento = fastio = emagrecimento. Hum... vale a pena sentir dor no dente...
* BRL é diferente de USD.
* "Os livros na estante já não têm mais tanta importância do pouco que eu lido, do pouco que eu sei, nada me resta..."
* xadrez/ajedrez
* curvas acentuadas é vulgar, ora mais.
* estágio esquisito esse...
* arquivologia.
* "Não, eu não quero aprender assim, eu quero aprender assim", diz o meu aluno.
* Tubulação. Esfoliante. Almôndega. Concha Acústica. Desenvolvimento Interpessoal. Esfacelamento. Psicologia Organizacional. Cabalístico. [...]
enviada por Sofie



07/02/2004 14:55
e eu nunca vou esquecer de uma coisa que me emocionou muito... eu estava sentada, triste e pensativa, aí lá vem uma pessoa com um sorvete na mão dizendo: "eu te amo, toma".

enviada por Sofie



04/02/2004 11:35
era uma moça muito dengosa. nem sei explicar. no dia que ela teve vontade de ter uma toalha grande e macia, o mundo quase desmoronou. ora, quem mandou tomar banho de chuva à noite? só podia dar nisso. desejos impróprios. uma toalha grande e macia era tudo o que queria. deram-lhe foi espinafre. sim, aquele do popeye. disseram que ela estava gorda e que não precisava de uma toalha grande e macia, mas sim um bocado de folhas verdes. "mas a toalha podia ser verde, se preferirem". tarde demais. tomou banho de chuva e ainda desejou toalha grande e macia. tômili. agüente as conseqüências, menina. "tudo tem hora e você não devia ter tomado banho de chuva naquela noite."
snif, snif. agora sou eu quem chovo.

enviada por Sofie



02/02/2004 10:33
acordei desesperada. algo ia acontecer. eu sabia. consegui fazer uma baliza [e do lado esquerdo!] Comecei a segunda-feira animadinha. Sem buzina no carro, sem som, sem pisca alerta, tudo queimado. Dizem que é um fuzível. Um fuzível. Bacana esse nome. Mas eu sei que não vou consertar isso agora porque estou sem um tostão. Ainda tem a história do fim de semana, que é sempre hilária. Mudei até minha cama de lugar pra ver se tenho sonhos diferentes. Tômili. Tive. Eu era dona de um motel numa cidade muito esquisita. O pior é que eu nem sabia disso. Parece que eu herdava de alguém. Depois tive um sonho esquisito com os correios. É impróprio para blogs, conto pessoalmente para os mais íntimos depois. Mudem a cama de lugar. É bacana.
enviada por Sofie



30/01/2004 11:17
Subir 11 andares de escada numa manhã de sexta feira não é tudo de bom. Principalmente porque você sabe que o elevador não tem previsão de conserto. Também piora as coisas porque as pessoas ficam querendo dar bom dia e você tem que responder a mesma coisa ou então dar aquele yellow smile tipicamente de elevador de americano.
Enfim...

Não é uma chuva de sapos como em Magnólia, mas é Magritte, que a Lidi também gosta, que eu sei.
Bom resto de manhã, então. Vou tentar me curar dessa gripe de leonina...
enviada por Sofie



29/01/2004 14:26
"Prepare o seu coração pras coisas que eu vou contar, eu venho lá do sertão, eu venho lá do sertão e posso não lhe agradar... Aprendi a dizer não, ver a morte sem chorar. E a morte e o destino e tudo; a morte, o destino e tudo estava fora de lugar. Eu vivo pra consertar..."

enviada por Sofie



28/01/2004 10:34

acho que eu quero descansar hoje...
enviada por Sofie



27/01/2004 11:50
Uma pessoa de preto na chuva caminhava devagar enquanto eu olhava pro sinal vermelho. Ela tinha 32 anos - com certeza - e eu segurando a direção do carro com o queixo encostado, olhando pro sinal vermelho. E a chuva caindo forte. A mulher de 32 anos lá, andando lentamente. A minha intenção era molhá-la quando o sinal ficasse verde. Não por maldade - bom, talvez - mas porque eu queria ver qual a reação dela. E o sinal ficou verde. "Vai, Lílian, abriu", disseram. Eu quase atrapalho o trânsito da 13 de maio vendo um vulto preto na chuva. Fui devagar pra não molhá-la. São quase 11:00h da manhã e a chuva não parou ainda. Ela deve estar caminhando de preto. E se estiver caminhando pro norte, como estava, já deve ter passado pelo centro, pela multidão do centro. Acho que agora caminha sobre o mar. Saibam: alguém de preto caminha sobre o mar agora. Lentamente.
enviada por Sofie



26/01/2004 10:37
Tenho tido alucinações

enviada por Sofie



23/01/2004 12:18
* Estou muito feliz porque minha irmã passou no concurso do BNB. Ela chegou ontem com um sorriso lindo e me disse isso. Que maravilha. Ela merece. (não trabalhar num banco, mas ganhar melhor...)
* Também estou muito triste porque vi uns olhinhos tristes ontem e eu nem sei o que fazer.
* Estou muito feliz porque parece que eu vou dar mais aulas de espanhol mês que vem. Mais trabalho, mais dinheiro, mais gasolina, mais saídas, mais sorrisos.
* Estou triste porque meu organismo está estranho. Muito estranho. Também porque tem um carro atrás do meu e eu sei que não vou conseguir tirá-lo de lá...
enviada por Sofie



21/01/2004 11:35
É bom quando olhamos no retrovisor do carro e vemos que o motorista de trás desviou do buraco da mesma forma que você desviou. Dá sensação de inteligência. Ai... saiba que o meu maior motivo é saber que vai haver um lugar belíssimo me esperando e que, se eu não for logo, ele desaparece. Assim como as oportunidades na vida. Eu podia ter dito uma coisa hoje a uma pessoa, mas não disse. E fui anti-ética ocultando. Logo agora que li sobre ética no trabalho. Comi o tal pãozinho que a mãe disse pra eu comer. Mas não tinha gosto de nada. De vento. Comida com gosto de vento. E eu engordo com esse vento. Minha prima me abandonou. Minha única prima que dizia que não ia casar nunca. Tômili, como diz Mond. Se casou. E eu fiquei sozinha dizendo que não vou me casar nunca. Tômili. Lendo estudos de caso e ética no trabalho. E engordando com pãozinho com gosto de vento. Olhando pro retrovisor do carro e dando aquele sorrisinho de inteligência. Ai. E a 13 de maio continua barulhenta. Assim como a B. de Menezes, a W. Soares, a Gomes de Matos e a S. Dumont com Desembargador Moreira. Assim, desse jeito. Que nem meu quarto. Caos. Barulho. Só faltam baratas nas avenidas. Ora pois. Muita fome e só comida de vento. Tômili. Dar aula de espanhol às 08:00h enquanto chove lá fora. Que desperdício. Mesmo enquanto tudo pede um pouco mais de calma, até quando o mundo pede um pouco mais de alma, a vida não pára... [ Acho que a música é assim ]. Mas hoje eu tô preferindo falar da epiderme da alma.

Alma que anda guardando um ego de baixa auto-estima.
Humpf. São 10:43h do dia 21 de janeiro de 2004 e eu gostaria de agradecer ao Rafael D´Ávila por ter mandado dois cartões postais lindos da longa viagem que anda fazendo. (Meu ego balançou o rabinho e se animou um pouco!)
enviada por Sofie



16/01/2004 21:49
Passou-se o tempo das nuvens e as velhinhas do século azul retornaram. Com um caminhão de avezinhas da Croácia. Lembra só. Foi ontem de tardezinha quando aquele sinal fechou. Sinal fechado. Beijo demorado. As velhinhas são espertas e procuraram o abafado silêncio da cortesia individual. [ Era o que faltava àquelas pessoas do século azul ]. "Eu me inicio", disse uma velhinha. "Mas prova como eu não existe", retrucou a segunda. Mas lá foram elas. [ Sinal fechado e tudo ]. "Ei, moça. Onde fica a Praça dos Amores?" "Ah, é logo ali. Segue o meu dedo. Estão vendo?" E as velhinhas entraram com tudo e soltaram todas as avezinhas da Croácia. Sinal fechado e tudo.

Existe um casal no cantinho da tela, você viu?
enviada por Sofie



15/01/2004 18:04
* Lise, Natylla marca encontro para este sábado. Um filme, depois blá, blá (bate papo porque enfim faz tempo que não nos reunimos).
* "Minha garganta estranha quando não te vejo, me vem um desejo doido de gritar..."
* Boa sorte, Kátia Freitas. Sucesso muito. Vire um enorme celebridade.
* Pici/Unifor com ar condicionado. Tenho tido sorte...
* Curso à distância funciona? Pra mim, sim. Acho até melhor que estar numa sala com possíveis pessoas chatas e bobas.
* Minha irmã nem foi escolhida no Big Brother. Não tem nenhum cearense de novo...
* Eu chovo, tu chove, mas a cidade não chove. Só ameaça.
* "Por isso eu corro demais... sofro demais..."
* Rafael D´Ávila viaja. Eu também, mas para outros lugares, fazendo coisas...
* Lid, tu devia mandar eu estudar mais. Ora mais.
* Mond disse uma coisinha: que vai ao Beco da Poeira. Mulher, me chama, que eu tô precisando de coisinhas baratas. hehehe...
* Aqui no cyber da minha irmã de vez em quando observo pessoas que ficam vendo mulheres nuas na telinha. Valha.
* Alguém sabe por que La Giaconda é também chamada de Mona Lisa?

Ontem a imagem cresceu como nunca e sucumbiu o universo celeste. Eu pensava em deuses, anjos, arcanjos, fadas e gnomos. Uma festa bem ali no céu. E eu queria ter participado porque teria sido bom. Mas quem chega lá não volta mais pra cá...
enviada por Sofie



12/01/2004 14:59
O silêncio ensurdecedor fez todos aqueles dias começarem a ser belos e melancólicos. Bem que eu queria conversar. Passivamente mesmo. Mas parecia uma guerra de insultos e aí eu acabei desistindo. [ Em parte ]. Continuei arremessando minhas delicadas expressões de 2004, mas não sei se está surtindo efeito. Calma, calma, calma. [ É o que eu mais tenho tido ]. E foi. Alguém que parte, alguém que doa, alguém que perdoa. Eu perdi algumas coisas e pessoas. Ganhei uns trocados e uma pedra forte e preciosa. Esses trocados às vezes me sustentam, outras vezes nem a pedra preciosa. Ai, que agora talvez eu fique pronta pra viver. Olhemos. Analisemos. Festejemos. Choremos. Sejamos.

[ E a chuva melhorou bem a situação de todos. ]
enviada por Sofie



07/01/2004 10:51
Ali, bem ali. Existiu já, não existe mais. Meu coração explodiu na época. Agora está tudo bem. Juntei os pedacinhos e remendei. Aprendi bordado com minha irmã e agora que já refiz tudo, deixa estar. Tudo feito, bem bonitinho. Falta só o carimbo do amor.

enviada por Sofie



30/12/2003 13:26
"...Porque eu me imaginava mais forte. Porque eu fazia do amor um cálculo matemático errado: pensava que, somando as compreensões, eu amava. Não sabia que, somando as incompreensões, é que se ama verdadeiramente..." Felicidade Clandestina, de Clarice Lispector.
enviada por Sofie



28/12/2003 22:11
Viajar para Recife não estava no script. Porto de Galinhas, Ilha de Itamaracá e tudo mais. E eu chorando. É ano novo. E o meu ano velho tá se acabando.

Lid, foi muito bom te conhecer em 2003. SMACK.
enviada por Sofie



27/12/2003 01:41
Eu coloquei umas flores que lembram um quadro que eu pintei e despintei depois. É que ele estava feio e denso. Ou seja, lembra esse aí bem de longe... É, eu pinto quadros. Toscos, mas pinto. É uma terapia. Inclusive estava numa onda melancólica quando pintei meu primeiro quadro. Queria fazer um lago azul escuro, ao lado de uma mata verde linda. Saiu o perfil de um homem confuso. Meu primeiro quadro. Cheio de poeira e mofo. Mas existe ainda.

Aí vem se aproximando o fim do ano, que pra quem está aniversariando é uma merda porque as pessoas esquecem dos aniversariantes e só pensam nas compras de Natal e aonde vão passar o tal do ano novo... Mas Narcélio, Lidi e outros capricornianos, eu não esqueço que vocês nasceram nessas datas. É perfeitamente ok nascer nesses dias.

Hoje acho que bebi pela penúltima vez no ano (acho). Percebi que é melhor ter mais mãos do que mães. Hehehehe. Também decidi parar de comprar cerveja onde custa R$2,50 e ainda cobram 10%. Uma facada. E eu não gosto de facadas no final do ano. Pensei em visitar Veneza antes que ela se afogue nela mesma ou seja invadida pelos ratos. Mas aí seria outra facada e acabo desejando revisitar a tal Canoa Quebrada, até porque não existe um spaguetti tão maravilhoso como ali...


Mas cantei hoje "Flor do Mal" na voz de minha doce Zizi Possi: "te querer muito mais que a mim foi assim do começo ao fim; estou perdida na fumaça e essa dor é uma cachaça..." Não parece, mas essa música é linda. Acreditem. E a voz de Zizi Possi é tudo de bom.

Eu sei que eu vou terminar o ano sem ter visto imagens do Saddam sendo preso (eu desisti de assistir TV há alguns meses), sem conhecer pessoas de blogs ótimos como a Elanutt, o Pablo e a bailarina de São Paulo, que é anônima. Sem ter visto o tal Simplesmente Amor, sem ter abraçado Rafael Fernández, sem ter feito 1 abdominal sequer em 365 dias. Tsc, tsc... Sem fazer nenhuma aquisição que eu queria. (O celulítico não vale porque eu nem gosto desse troço). Tipo... queria ter comprado miha máquina digital, ter feito um curso de fotografia, ter melhorado meu espanhol num curso de conversação, enfim... Queria ter visto uma girafa e várias outras coisas que fizeram parte dos meus sonhos (tipo... várias baratas em fila indiana no varal da minha vizinha)

Eu nem sei. Morro de medo de 2004, vou nem mentir.
enviada por Sofie






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